Capital Rondônia - Sua fonte de notícias na cidade de ...

Quinta-feira, 28 de Maio de 2026

Mundo

Quando a ajuda psicológica deve substituir o procedimento estético

A crescente busca por procedimentos estéticos tem levantado um alerta, pois pode indicar sinais de sofrimento emocional

Capital Rondônia
Por Capital Rondônia
Quando a ajuda psicológica deve substituir o procedimento estético
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A crescente busca por procedimentos estéticos tem levantado um alerta, pois pode indicar sinais de sofrimento emocional por trás do desejo de mudar a aparência, pois o problema pode estar mais relacionado à saúde mental do que ao corpo.

Leia também
  • Claudia Meireles 6 procedimentos estéticos para evitar no fim do ano, segundo dermato
  • Fábia Oliveira Gaby Spanic debuta “novo” rosto após procedimentos estéticos; veja
  • Vida & Estilo “Toda natural”: nova trend de beleza é retirar procedimentos estéticos
  • Mirelle Pinheiro Dentista faz procedimentos estéticos irregulares e deforma pacientes

Para o psiquiatra Hugo Marquini (@drhugomarquini), pós-graduado em psiquiatria, especialista em medicina de família e comunidade, é cada vez mais comum que pacientes procurem intervenções acreditando que o resultado externo será capaz de “resolver problemas internos”.

A seguir Hugo Marquini esclarece diversas questões sobre o tema:

Publicidade

1. Como diferenciar uma insatisfação estética pontual de um sofrimento psicológico mais profundo que precisa de acompanhamento psiquiátrico?

Hugo: é natural desejar melhorar a aparência em algum momento da vida. A diferença está na intensidade, na persistência e no impacto emocional desse incômodo. Uma insatisfação estética pontual costuma ser específica, passageira e não interfere de forma significativa na autoestima, nos relacionamentos ou na rotina.

Clique aqui para seguir o canal do Metrópoles Vida&Estilo no WhatsApp

Já o sofrimento psicológico mais profundo se caracteriza por preocupação excessiva, sofrimento contínuo, sensação de inadequação persistente e impacto direto no bem-estar emocional.

Quando essa preocupação com a aparência é desproporcional, causa sofrimento intenso ou prejuízo funcional, pode estar associada a quadros como transtorno dismórfico corporal, transtornos de ansiedade ou depressão, indicando a necessidade de avaliação psiquiátrica.

 

Continue a leitura no site Saúde em dia, parceiro do Metrópoles. 

FONTE/CRÉDITOS: Saúde em Dia
Comentários:

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!