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Domingo, 05 de Julho de 2026

DIEGO MUNIZ

Quando um parente do político entra na política

Quando um parente entra no centro do poder, ele pode virar ativo... ou bomba-relógio.

DIEGO MUNIZ
Por DIEGO MUNIZ
Quando um parente do político entra na política
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Como líderes lidam com parentes-problema com 3 caminhos possíveis: "Afastar, Controlar ou Ignorar."

Se você não quer perder a eleição por bobagem,

Se você não perceber, o seu adversário vai. Ai já sabemos o final…

Quem lembra de Pedro Collor?

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Não era Político e nem dava entrevista, mas era irmão do Presidente da República.

Foi ele quem explodiu o Governo Collor em 1992. Denunciou o próprio irmão, expôs os esquemas de corrupção.

E fez o Brasil assistir o impeachment nascer dentro da prórpia família.

Na Política, o que parece confiança... pode virar dinamite.

Parente tem acesso, tem bastidor, Mas não tem filtro, não tem preparo e, ás vezes, não tem lealdade.

Quando vira problema, ninguém segura. E o que era aliança... vira crise intistucional.

E aí entra a pergunta que ninguém gosta de responder:

Como um líder se livra de um parente-problema sem destruir a própria reputação no processo?

Alguns líderes já entenderam isso e agiram antes da bomba estourar:

FHC - Filhos e parentes fora do jogo. ( Reputação Intacta ).

BIDEN - Nunca deu cargo ao filho envolvido em polêmicas.

MACRON - Esposa fora do poder formal. ( Tudo Roteirizado ).

Quando o parente já virou problema, você tem 3 caminhos. Mas, nenhum é fácil, todos cobram um preço.

Porque se protege, é conivente.
Se afasta, é frio.
Se ignora, é burro.
se dá cargo, é nepotista.

Caminho 1: Afastar com firmeza.

O mais difícil emocionalmente mas o mais respeitado publicamente.
Vantagem: Protege o projeto, mostra liderança e coragem e evita desgaste coletivo.
Risco: Racha interno, mágoas familiares e exposição emocional.
Ex: FHC e BIDEN fizeram isso cedo.

Caminho 2: Manter perto e tentar controlar ( O mais tentador ).

Você mantém perto achando que controlamas, vira refém.
Vantagem: Acesso direto e menos risco de traição.
Risco: Gera ruído constante, aumenta desgaste público e você assume os erros do outro.
Ex: Bolsonaro e os filhos.

Caminho 3: Ignorar e trocer pra não explodir. (Mais Ingênuo).

Você finge que não é problema até ser tarde demais.
Vantagem: Paz momentânea e evita conflitos imediatos.
Risco: Falta de preparo pra crise, sem narrativa de defesa e colapso total.
Ex: Lula e Janja.

E aí, você concorda?

Qual desses caminhos você escolheria? (Afastar, Controlar ou Ignorar?)

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DIEGO MUNIZ

Jornalista e Colunista DRT 2278/RO, Bacharel em Direito, Pós Graduado em Direito Público, MBA em Ciências Políticas, MBA em Administração Pública e Cidades Inteligentes, MBA em Comunicação Eleitoral, Marketing Político e Pregoeiro com...

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