Aguarde, carregando...

Terça-feira, 06 de Outubro 2026

Eleições 2026

AO VIVO
Apurado: 0%
Aguardando início da apuração oficial...
Justiça

Veja o que funcionários presos disseram à polícia após morte de jovem em salto

Funcionários presos após morte de Maria Eduarda em Cordeirópolis alegam choque e não recordam quem deveria checar o equipamento.

Capital Rondônia
Por Capital Rondônia
Veja o que funcionários presos disseram à polícia após morte de jovem em salto
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping em Cordeirópolis (SP), segue sendo investigada pela Polícia Civil. Em reportagem exibida no domingo (14), foram revelados trechos dos depoimentos dos três instrutores presos pelo caso. Os funcionários afirmaram às autoridades não se lembrar de quem era a responsabilidade pela instalação e pela conferência final da corda de segurança no momento do salto da estudante.

Falta de protocolos definidos

Um dos instrutores presos, Luis F., relatou que a equipe não seguia uma divisão fixa de tarefas. Segundo ele, a instalação e a checagem dos equipamentos eram feitas de forma compartilhada, sem um procedimento padrão rígido. Questionado especificamente sobre quem deveria ter fiscalizado a segurança de Maria Eduarda antes do lançamento, o instrutor declarou não se recordar. O segundo preso ouvido, Maicon F., adotou a mesma linha de defesa ao ser indagado sobre a conferência, alegando não se lembrar da dinâmica naquele momento específico.

Publicidade

A investigação conduzida pela Polícia Civil trata o caso como homicídio com dolo eventual, caracterizado quando os autores assumem o risco de provocar a morte, ainda que sem a intenção direta. Três dos seis responsáveis pelo evento permanecem detidos, justamente aqueles que participaram diretamente do içamento e do lançamento da jovem da ponte.

Defesa e desdobramentos

O advogado dos instrutores, Rafael G., afirmou que seus clientes estão em estado de choque e que, apesar de atuarem na área há anos, não conseguem explicar a falha que resultou na tragédia. Em paralelo, a Polícia Civil busca esclarecer o desaparecimento de uma câmera que a vítima portava no momento do salto e que não foi localizada até o momento. O corpo de Maria Eduarda foi sepultado neste domingo (14), em Jandira, na Grande São Paulo.

Capital Rondônia

Publicado por:

Capital Rondônia

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR