Capital Rondônia - Sua fonte de notícias na cidade de ...

Terça-feira, 21 de Abril de 2026

Mundo

Terra Indígena Munduruku volta a liderar ranking de desmatamento na Amazônia

Após queda nas ocorrências no início do ano, território no Pará voltou a registrar maior pressão do desmatamento entre abril e junho de 2025, segundo o Imazon.

Capital Rondônia
Por Capital Rondônia
Terra Indígena Munduruku volta a liderar ranking de desmatamento na Amazônia
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

São Paulo (SP), 10 de outubro de 2025 — A Terra Indígena Munduruku, localizada no estado do Pará, voltou a figurar entre as áreas mais afetadas pelo desmatamento na Amazônia, após registrar aumento das ocorrências entre abril e junho de 2025. O território havia saído do ranking das terras indígenas mais pressionadas após uma operação de desintrusão concluída em janeiro, mas os dados recentes do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mostram uma nova alta na devastação.

De acordo com o relatório “Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas”, a TI Munduruku foi a terra indígena com maior número de ocorrências de desmatamento no segundo trimestre do ano, com seis células impactadas. A pesquisadora do Imazon Bianca Santos destacou que os resultados evidenciam a necessidade de fiscalização contínua e presença permanente do Estado.

Para gerar um efeito duradouro, é importante fortalecer a presença do Estado e envolver as próprias comunidades indígenas nas estratégias de preservação. Além disso, é essencial assegurar que os responsáveis por esses crimes sejam responsabilizados”, afirmou Bianca em nota.

Publicidade

O levantamento do Imazon divide a Amazônia Legal em células de 10×10 quilômetros, identificando tanto as áreas pressionadas (com derrubada dentro dos limites) quanto as ameaçadas (com desmatamento em um raio de até 10 km ao redor). Essa metodologia permite antecipar riscos e orientar ações preventivas.

No mesmo relatório, a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, também no Pará, liderou entre as unidades de conservação mais pressionadas, com 15 células desmatadas. Já o estado do Amazonas concentrou as áreas mais ameaçadas, com destaque para o Parque Nacional Mapinguari (AM/RO) e a Resex Chico Mendes, ambos com 21 células de desmatamento.

Entre os territórios indígenas, o mais ameaçado — com maior devastação no entorno — foi a Terra Indígena Jacareúba/Katawixi, no Amazonas, que registrou dez células afetadas. O relatório alerta que a derrubada nas zonas de amortecimento representa um risco crescente de avanço do desmatamento sobre áreas oficialmente protegidas.

São Paulo (SP), 10 de outubro de 2025 — A Terra Indígena Munduruku, localizada no estado do Pará, voltou a figurar entre as áreas mais afetadas pelo desmatamento na Amazônia, após registrar aumento das ocorrências entre abril e junho de 2025. O território havia saído do ranking das terras indígenas mais pressionadas após uma operação de desintrusão concluída em janeiro, mas os dados recentes do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mostram uma nova alta na devastação.

De acordo com o relatório “Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas”, a TI Munduruku foi a terra indígena com maior número de ocorrências de desmatamento no segundo trimestre do ano, com seis células impactadas. A pesquisadora do Imazon Bianca Santos destacou que os resultados evidenciam a necessidade de fiscalização contínua e presença permanente do Estado.

Para gerar um efeito duradouro, é importante fortalecer a presença do Estado e envolver as próprias comunidades indígenas nas estratégias de preservação. Além disso, é essencial assegurar que os responsáveis por esses crimes sejam responsabilizados”, afirmou Bianca em nota.

O levantamento do Imazon divide a Amazônia Legal em células de 10×10 quilômetros, identificando tanto as áreas pressionadas (com derrubada dentro dos limites) quanto as ameaçadas (com desmatamento em um raio de até 10 km ao redor). Essa metodologia permite antecipar riscos e orientar ações preventivas.

No mesmo relatório, a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, também no Pará, liderou entre as unidades de conservação mais pressionadas, com 15 células desmatadas. Já o estado do Amazonas concentrou as áreas mais ameaçadas, com destaque para o Parque Nacional Mapinguari (AM/RO) e a Resex Chico Mendes, ambos com 21 células de desmatamento.

Entre os territórios indígenas, o mais ameaçado — com maior devastação no entorno — foi a Terra Indígena Jacareúba/Katawixi, no Amazonas, que registrou dez células afetadas. O relatório alerta que a derrubada nas zonas de amortecimento representa um risco crescente de avanço do desmatamento sobre áreas oficialmente protegidas.

Comentários:
Capital Rondônia

Publicado por:

Capital Rondônia

Capital Rondônia é um veículo de comunicação fundado em 2024, sediado em Porto Velho, dedicado a produzir jornalismo com precisão, responsabilidade e independência, cobrindo Rondônia e o cenário nacional.

Saiba Mais

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!