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Terça-feira, 21 de Abril de 2026

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Mancha Verde e Tucuruvi são rebaixadas para Grupo de Acesso de SP

Escolas receberam as menores notas dos jurados nesta terça-feira (4) na apuração do Grupo Especial

Capital Rondônia
Por Capital Rondônia
Mancha Verde e Tucuruvi são rebaixadas para Grupo de Acesso de SP
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As escolas de samba Mancha Verde e Acadêmicos do Tucuruvi foram rebaixadas para o Grupo de Acesso em São Paulo após receberam as menores notas do Grupo Especial na apuração realizada nesta terça (4) no Sambódromo do Anhembi.

A agremiação Rosas de Ouro foi a grande campeã do Carnaval de São Paulo de 2025. Veja como foi a apuração.

Como foi o desfile da Macha Verde?

A Mancha Verde explorou a convivência entre o sagrado e o profano na cultura baiana em seu desfile no Sambódromo do Anhembi na madrugada de sábado (1º).

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A escola bicampeã do Carnaval paulistano apostou em um enredo que destacou o sincretismo religioso da Bahia, mesclando suas tradições espirituais com as festas populares do estado.

Com um olhar criativo sobre a organização do desfile, a escola inovou ao unir três alas em uma só, buscando evitar “invasões” de maneira estratégica e harmônica. Outro destaque foram as fitinhas do Bonfim gigantes, que deram um toque simbólico e marcante à apresentação.

O samba-enredo escolhido para embalar a Mancha Verde em 2025 foi composto por Wladi Nascimento, Edinho Gomes, Myngal, Felipe Mussili e Gilson Bernini, vencendo a disputa interna contra outras três obras.

Como foi o desfile da Acadêmicos do Tucuruvi?

A Acadêmicos do Tucuruvi foi a quinta escola a desfilar no domingo (2) e levou para a avenida a história do retorno do manto sagrado Tupinambá ao Brasil após 300 anos na Europa.

O enredo, intitulado “Assojaba, a Busca pelo Manto”, abordou o valor artístico e simbólico dessa peça para a memória indígena brasileira.

O desfile contou com a participação de 45 indígenas da aldeia Tupinambá de Ilhéus, na Bahia, que estiveram presentes em uma das quatro alegorias da agremiação

Na comissão de frente, a escola repetiu a fórmula do ano passado, apostando em uma performance menos coreografada e mais voltada para a expressão corporal, o que ajudou a contar a história do enredo de forma mais orgânica.

Além disso, algumas alegorias trouxeram componentes acompanhando os carros alegóricos, e não apenas posicionados sobre eles.

Uma das fantasias mais marcantes representou o manto sagrado da própria Tucuruvi, com penas onde os integrantes escreveram seus sonhos para o Carnaval.

Veja a reação da Rosas de Ouro à vitória:

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