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Sexta-feira, 29 de Maio de 2026

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Justiça retira crianças de casal que vivia na floresta: “Danos graves”

Família ficou conhecida na Itália, em setembro de 2024, quando o casal e os três filhos passaram mal após ingerir cogumelos silvestres

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Por Capital Rondônia
Justiça retira crianças de casal que vivia na floresta: “Danos graves”
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O Tribunal de Justiça de L’Aquila, na Itália, decidiu retirar a guarda de três crianças criadas pelos pais na floresta após observar que os menores estavam sofrendo “violações graves e prejudiciais”. Os menores são filhos do casal Nathan Trevallion, de 51 anos, e Catherine Birmingham, de 45 anos.

A família ganhou destaque em setembro de 2024, depois que todos os cinco membros foram hospitalizados após ingerir cogumelos silvestres venenosos encontrados na floresta.

De acordo com a mídia italiana, a família mudou-se para a Itália depois que Catherine abandonou a carreira como instrutora de equitação na Austrália para se dedicar à “cura espiritual e ao coaching de vida”.

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Em seu canal no YouTube, Catherine Louise Birmingham se define como uma amante de cavalos, buscando sempre pela verdade e luz intuitiva.

“Após dois grandes desafios que a mantiveram no caminho espiritual, Catherine agora trabalha com seus guias para ajudar outras pessoas a encontrarem clareza em seus planos de vida, crescimento e propósito. Ela auxilia indivíduos e a própria vida a desvendarem o chamado de suas almas e a trazerem uma mudança planejada na consciência das pessoas deste mundo”, diz a biografia de Catherine nas redes sociais. Leia também
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“Danos graves”

Na quinta-feira (20/11), foi determinado que as crianças fossem retiradas do casal por estarem sofrendo “danos graves”. À mídia local, o advogado da família afirmou que está negociando um acordo para que Catherine acompanhe os filhos no abrigo.

Ao jornal The Telegraph, Catherine disse estar proibida de ver seus filhos. “Não houve negligência, não houve abuso, as crianças não correm perigo de vida. Isso é uma loucura”, afirmou.

A família mora, desde 2021, em uma casa de campo na região de Abruzzo. A residência, onde os filhos recebem educação domiciliar, supostamente funciona sem água, eletricidade ou gás, utilizando energia solar.

FONTE/CRÉDITOS: José Augusto Limão
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