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Nesta sexta-feira (9), o ministro Flávio Dino, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), trouxe à tona ameaças de morte e agressões veiculadas nas redes sociais. Conforme informado por ele, a segurança do Supremo compilou um extenso relatório com milhares de mensagens intimidadoras.
Ao compartilhar parte deste material, Dino mostrou uma publicação no X que o indicava como o "primeiro a ser fuzilado". A mensagem ameaçadora estava relacionada à afirmação de que o ministro teria proibido o acesso a armamentos.
Outra mensagem incitava a invasão ao STF e promovia ataques a Dino e aos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.
Em sua manifestação, Dino atribuiu a violência do conteúdo à propagação contínua de mentiras. Ele também ressaltou que, ao longo de 37 anos na função pública, jamais enfrentou um processo criminal.
O ministro enfatizou que divergências em relação às decisões judiciais devem ser tratadas por meio de recursos nas instâncias apropriadas. Além disso, criticou discursos que fomentam perseguições e agressões contra os magistrados.
Ao afirmar que não se intimidará, Dino assegurou que sua postura no tribunal permanecerá inalterada. "Em nada alterarei a minha atuação profissional", declarou.
Para finalizar, ele alertou que o medo de represálias pode prejudicar a liberdade dos juízes em suas decisões. Segundo Dino, a intimidação a magistrados ameaça o funcionamento adequado do Judiciário e da Constituição.
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