Aguarde, carregando...

Terça-feira, 01 de Setembro 2026
Mundo

Estudo de Stanford investiga ligação entre vacina contra COVID‑19 e miocardite

Um novo estudo da Stanford Medicine identificou um possível mecanismo que pode explicar por que uma vacina contra COVID‑19 baseada em mRNA

CAPITAL RONDÔNIA
Por CAPITAL RONDÔNIA
Estudo de Stanford investiga ligação entre vacina contra COVID‑19 e miocardite
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

Um novo estudo da Stanford Medicine identificou um possível mecanismo que pode explicar por que uma vacina contra COVID‑19 baseada em mRNA pode, em casos raros, estar associada à miocardite — inflamação do músculo cardíaco — especialmente em adolescentes e adultos jovens.

Segundo a pesquisa, publicada na revista Science Translational Medicine, a resposta inflamatória do sistema imunológico desencadeada pela vacina pode, em um pequeno grupo de pessoas, ativar substâncias como as proteínas CXCL10 e IFN‑gama. Essas proteínas ajudam a coordenar a defesa contra infecções, mas podem causar uma reação exagerada do sistema imunológico, atingindo células saudáveis do coração.

Os pesquisadores demonstraram esse processo em modelos laboratoriais, onde altos níveis dessas proteínas inflamatórias estiveram associados a marcadores de estresse cardíaco e infiltração de células imunes no tecido cardíaco, indicativos de inflamação.

Publicidade

Embora a miocardite associada à vacina seja considerada um efeito raro, os sintomas (como dor no peito, falta de ar ou palpitações) tendem a surgir rapidamente, até poucos dias após a vacinação, e a maioria dos casos evolui com recuperação completa sob observação médica.

Especialistas envolvidos no estudo ressaltam que a infecção pela COVID‑19 em si apresenta um risco maior de miocardite do que a vacinação e que, mesmo com esse possível efeito colateral raro, os benefícios das vacinas mRNA na prevenção de doença grave e morte continuam sendo amplamente comprovados.

A pesquisa também explora alternativas que podem reduzir essa inflamação, embora esses achados ainda precisem ser confirmados em estudos clínicos.

CAPITAL RONDÔNIA

Publicado por:

CAPITAL RONDÔNIA

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR