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Segunda-feira, 25 de Maio de 2026

Economia

Aporte do Tesouro aos Correios deve ser inferior a R$ 6 bilhões

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz que valor de aporte do Tesouro Nacional para a reestruturação dos Correios será menor que o inicialmente cogitado pela estatal, mas a medida ainda não está definida em Brasília.

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Por Capital Rondônia
Aporte do Tesouro aos Correios deve ser inferior a R$ 6 bilhões
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (8) que o aporte do Tesouro Nacional aos Correios deve ficar abaixo dos R$ 6 bilhões. Este valor havia sido cogitado inicialmente pela estatal. A declaração foi feita em Brasília.

 
 

Haddad disse que o governo ainda avalia as alternativas para reforçar o caixa da empresa. Entre elas, está a possibilidade de combinar o aporte com um empréstimo. O ministro indicou que o empréstimo pode ser liberado ainda neste ano de 2025.

Condições para o auxílio financeiro

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Apesar de haver espaço fiscal em 2025 para a injeção de recursos, Haddad reforçou que a medida não está definida.

“Esse valor, não. É valor inferior a esse pelo que eu sei”, declarou o ministro sobre os R$ 6 bilhões.

O ministro reiterou que qualquer ajuda financeira será condicionada ao plano de reestruturação dos Correios. “Nós sempre estamos condicionando tudo a um plano de reestruturação. Os Correios precisam mudar, precisam ser reestruturados”, afirmou.

Inicialmente, a estatal considerava receber R$ 6 bilhões do Tesouro para cobrir o prejuízo acumulado no mesmo valor de janeiro a setembro. O aporte pode ocorrer por meio de crédito extraordinário ou Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN). Ambas as alternativas ainda estão em avaliação pela equipe econômica.

Empréstimo e negociações com bancos

Além da injeção direta de recursos, o governo discute oferecer aval para um empréstimo aos Correios. Essa tratativa se intensificou após o Tesouro negar um pedido inicial de R$ 20 bilhões feito pela estatal.

A nova proposta prevê reduzir o valor do crédito para algo entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões. O objetivo é permitir que a empresa obtenha juros mais baixos no mercado. O alto custo da operação foi o motivo do veto inicial do Tesouro.

Haddad disse que a aprovação do empréstimo é uma possibilidade ainda para 2025. Contudo, ele lembrou que a negociação com os bancos é um fator que trava o avanço da decisão.

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