A crescente alta nos preços do café está alimentando um mercado paralelo preocupante no Brasil: o dos chamados "cafés fake" ou "cafakes". Em uma série de operações recentes, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apreendeu diversos lotes desses produtos em estabelecimentos localizados em São Paulo, Paraná e Santa Catarina, alertando para os riscos à saúde do consumidor.
Fraude sofisticada
Preços recordes impulsionam falsificação
Como identificar o produto falso
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Preço muito abaixo do mercado (café fake pode custar R$ 13,99, enquanto o legítimo custa cerca de R$ 30 por 500g)
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Ausência de indicação da variedade do grão (arábica, robusta ou conilon)
Publicidade -
Descrição como "pó para preparo de bebida sabor café" em vez de "café torrado e moído"
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Embalagens que imitam marcas conhecidas, mas com nomes diferentes
Ação das autoridades
Contexto internacional
Perspectivas
Medidas de proteção
O avanço do mercado de café falsificado representa não apenas um risco à saúde pública, mas também um prejuízo significativo para toda a cadeia produtiva do café, que emprega milhares de brasileiros e é um dos principais setores da economia nacional.
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