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No início de fevereiro, o Pentágono divulgou uma nota de serviço que estabelece novas diretrizes para o serviço militar nos Estados Unidos, impactando diretamente a comunidade transgênera.
Além disso, a nota indica que as pessoas trans que estão já servindo nas forças armadas também poderão ser expulsos, exceto em casos onde sejam solicitadas derrogações especiais.
Essas exceções devem ser justificadas por um “interesse governamental imperioso” e exigem que os candidatos demonstrem estabilidade social e profissional por um período mínimo de 36 meses.
Políticas anteriores
A revogação da política anterior, que permitia a inclusão de transgêneros nas forças armadas — implementada durante o governo do ex-presidente Barack Obama em 2016 — foi uma das primeiras ações da administração Trump em 2019, após uma batalha judicial prolongada.
Contudo, assim que assumiu o cargo em 2021, o presidente Joe Biden restaurou a autorização para que indivíduos trans pudessem servir.
No entanto, o recente decreto de Trump afirma que “expressar uma falsa identidade de gênero, divergente do sexo de um indivíduo, não satisfaz as rigorosas normas necessárias para o serviço militar”.
“Apenas dois sexos”
Além disso, em consonância com suas promessas eleitorais, Trump encerrou as ajudas públicas federais destinadas a tratamentos de transição de gênero para menores.
O presidente republicano tem reiterado seu compromisso de erradicar a “ideologia transgênera”,
Desde o início de seu mandato, Trump afirmou que sua administração reconheceria apenas “dois sexos”, enfatizando sua intenção de assegurar que as forças armadas dos Estados Unidos mantenham sua eficácia como uma das mais poderosas do mundo.
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