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Quinta-feira, 03 de Setembro 2026
Política

Nikolas discute com homem que disse que Bolsonaro 'vai ser preso'

Parlamentar deixava reunião com o ex-presidente e outros representantes do PL quando foi abordado

Capital Rondônia
Por Capital Rondônia
Nikolas discute com homem que disse que Bolsonaro 'vai ser preso'
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Após uma reunião com Jair Bolsonaro, parlamentares do Partido Liberal (PL) e aliados, realizada nesta quarta-feira (19 de fevereiro), em Brasília, o deputado federal Nikolas Ferreira discutiu com um homem que dizia que o ex-presidente seria preso. O ocorrido veio após a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF), contra Bolsonaro, ex-ministros, lideranças políticas e militares envolvendo uma tentativa de golpe de Estado. 

Nikolas saía do apartamento do deputado Zucco (PL-RS), localizado na Asa Norte, quando um homem o abordou dizendo que "o homem vai ser preso", em referência a Bolsonaro. O deputado questionou o motivo e o homem rebateu: "Quer uma lista dos crimes? 272 páginas. Dá uma lida lá". 

Durante a discussão, Nikolas afirmou que nenhum dos crimes seria de corrupção. "Foi por dinheiro na cueca? Não foi, né? Foi propina? Não foi", disse o parlamentar. Depois disso, o político mineiro anunciou que iria trabalhar e deixou o local de carro, acompanhado por Zucco. 

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Reunião com Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu com integrantes da oposição na Câmara dos Deputados um dia após a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado. Aliados do ex-presidente afirmam que a reunião já estava marcada e não foi motivada pela denúncia, mas ganha força no momento em que o presidente precisará enfrentar uma nova etapa de defesa no Supremo Tribunal Federal (STF).  

Publicamente, a bancada afirmou que o encontro com Bolsonaro seria sobre o projeto de lei que anistia os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. A oposição tenta reunir votos para pedir ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a inclusão na pauta de um pedido de urgência, que coloca o texto em prioridade de votação. 

Com informações de Lucyenne Landim

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